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 03/02/2020 - Viver Bem

 5 perguntas sobre o Coronavírus

 Médica da Unimed Porto Alegre esclarece questões sobre o vírus

Desde o início de janeiro, o mundo está em alerta com os casos epidemiológicos do novo coronavírus. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até o dia 27 de janeiro foram confirmados 2.798 casos do novo coronavírus (2019-nCoV) no mundo, sendo 2.761 (98,7%) notificados pela China. No Brasil, 10 casos apresentaram alguma relação com a Infecção Humana pelo novo Coronavírus, mas somente um se enquadra na definição de caso suspeito. 

A médica coordenadora do Programa Viver Bem da Unimed Porto Alegre, Sílvia Kretzer, reforça que é preciso ficar alerta aos sintomas. “Se houver febre, tosse ou dificuldade de respirar, é importante ficar alerta. Caso o paciente tenha retornado de viagem de lugares onde há casos confirmados do vírus, como China, ou tenha contato com pessoas que tiveram nas regiões afetadas e apresentar os sintomas, é fundamental a procura de auxílio médico para exames imediatos", afirma.

O comportamento do novo coronavírus ainda não foi estabelecido e o Ministério da Saúde afirma que, por enquanto, apenas pessoas que tenham sintomas e tenham viajado para Wuhan são suspeitos da infecção pelo coronavírus. A orientação é ficar atento às fontes oficiais, como a Sociedade Brasileira de Infectologia, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde. A médica Sílvia Kretzer esclareceu alguns fatos sobre o coronavírus. Confira:

O coronavírus é um vírus novo?

“Não! O coronavírus integra uma grande família viral conhecido desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. A diferença é que o novo vírus, com casos comprovado na China, não reage aos tratamentos de doenças causadas por outros vírus que possuem sintomas semelhantes."​

Quais doenças respiratórias o coronavírus pode causar?

“A doenças respiratórias podem ser leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Porém pode ocorrer doenças graves, com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012."

De onde veio o novo coronavírus? 

“Apesar de a origem ainda ser um mistério, acredita-se que a fonte primária do vírus seja em um mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan."

Frutos do mar podem transmitir o coronavírus?

“Sim. Esses animais podem servir de reservatórios, sendo o ser humano um agente infeccioso. Dessa forma, o vírus pode se multiplicar. Outros animais aquáticos também podem portar o vírus, como é o caso da baleia-beluga."

Como está a situação epidemiológica no Brasil?

“Por enquanto apenas um caso se enquadra na definição de suspeito. Mas é importante ficar alerta e atentar aos cuidados para evitar o contágio. No momento, o Ministério da Saúde considera suspeitos da infecção pelo coronavírus as pessoas que tenham viajado para Wuhan  e apresentam sintomas da doença."

Cuidados com a higiene evita contágio

Para evitar o contágio, a médica Sílvia Kretzer elencou pontos importantes. “Cuidados básicos com a higiene devem ser intensificados. Pessoas em trânsito, como viajantes, também devem ficar alertas", afirma a médica. Confira abaixo:  

  • Higienize mãos com frequência com água e sabão ou álcool gel – se houver sujeira visível nas mãos, lave com água e sabão. Se não houver sujeira visível, a higienização também pode ser feita com álcool gel;
  • Evite levar as mãos à boca, olhos e nariz;
  • Quando tossir ou espirrar, cubra a boca com o cotovelo dobrado, com a manga da camisa ou com lenço descartável. Descarte o lenço imediatamente e lave a região que contiver gotículas;
  • Evite contato próximo com qualquer pessoa que tenha febre e sintomas respiratórios;
  • Se você tiver febre, tosse, espirros ou falta de ar, procure atendimento médico precocemente e relate ao profissional de saúde sobre viagens recentes (nos últimos 14 dias);
  • Quando frequentar mercados de animais vivos, evite contato direto com os animais ou superfícies em contato com eles, especialmente em áreas com casos confirmados de coronavírus;
  • Consumo de alimentos de origem animal (carne, ovo, leite, vísceras) deve ser feito somente de forma bem cozida;
  • Cuidado ao manusear alimentos de origem animal para não haver contaminação cruzada de outros alimentos ou superfícies onde haja o preparo destes. Use tábuas distintas para alimentos de origem animal e demais alimentos cozidos ou consumidos crus. Lave bem as mãos imediatamente após manipular carne, ovos ou leite cru;
  • Não consuma nenhum produto de animal que tenha morrido por doença.

    Para os viajantes:
  • Somente viaje para locais com casos confirmados da doença, especialmente para a China, em casos de extrema necessidade;
  • Não viaje se estiver com febre ou sintomas respiratórios;
  • Se optar em usar máscara de proteção, cubra nariz e boca e não encoste na máscara uma vez colocada;
  • Se você se sentir doente enquanto estiver viajando, avise a tripulação imediatamente.


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