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Informações Sobre Vacinas

Abaixo você tem acesso a informações a respeito das vacinas realizadas pela Unimed Porto Alegre (Porto Alegre e Canoas). 
Para saber mais sobre a Clínica de Vacinas da Unimed Porto Alegre, entre em contato pelo telefone 4004 2040.​


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O que previne:

Tuberculose – principalmente as formas graves: meningite e formas disseminadas da doença.

Indicação:
· A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até antes de a criança completar 5 anos de idade.

Contraindicação:
· Imunodeprimidos e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que podem causar imunodepressão do feto durante a gestação;
· Prematuros até que atinjam o peso de 2kg.

Esquema de doses:
Dose única.

Via de aplicação:
Intradérmica.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública.
O que previne:
Difteria, tétano, coqueluche e poliomielite (1, 2 e 3).

Indicações:
· Crianças a partir de 4 anos, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação;
· Para adolescentes e adultos (exceto gestantes), pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destino às áreas de risco para poliomielite.

Contraindicações:
· Pessoas que apresentaram anafilaxia após uso de componentes da vacina ou dose anterior.

Esquema de doses:
Frequentemente, a aplicação é realizada nos reforços de 4 a 6 anos de idade, podendo substituir qualquer dose de dTpa. Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Via de aplicação: 
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com componente diferenciado (VOP 1 e 3).


O que previne:
Febre amarela.

Indicação:
· Pessoas a partir de 9 meses de idade.

Contraindicações:
· Crianças abaixo de 6 meses de idade;
· Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório;
· Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação;
· Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina;
· Gestantes, salvo em situações de alto risco de infecção, o que deve ser avaliado pelo médico;
· Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada, procure o pediatra para mais orientações;
· Pacientes submetidos a transplante de órgãos;
· Pacientes com câncer;
· Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras);
· Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica);
· A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Esquema de doses:
Crianças até 4 anos: duas doses, aos 9 meses e aos 4 anos;
Acima de 4 anos: não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pela possibilidade de falha vacinal;
A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP (Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia) é recomendada uma dose, que deverá ser aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública.
O que previne:
Hepatite A.

Indicação:
· Todas as pessoas a partir de 12 meses de vida.

Contraindicação:
· Pessoas que tiveram reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquema de doses:
Duas doses com intervalo de seis meses entre elas. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades recomendadas.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com esquema e faixa etária diferenciada.
O que previne:
Infecções do fígado (hepatites) causadas pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

Indicação:
· Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Contraindicação:
· Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior;
· Pessoas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com antígenos do vírus da hepatite B.

Esquema de doses:
Para crianças e adolescentes a partir de 1 ano e menores de 16 anos: duas doses com intervalo de seis meses;
Para adolescentes a partir dos 16 anos, adultos e idosos: três doses, sendo a segunda aplicada um mês após a primeira, e a terceira, cinco meses após a segunda.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).
O que previne:
Infecção do fígado (hepatite) causada pelo vírus da hepatite B.

Indicação:
· Pessoas de todas as faixas etárias. Faz parte da rotina de vacinação das crianças, devendo ser aplicada, de preferência, nas primeiras 12-24 horas após o nascimento;
· Indicada para gestantes não vacinadas.

Contraindicação:
· Pessoas que apresentaram anafilaxia com qualquer componente da vacina ou com dose anterior.
· Pessoas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com componente hepatite B.

Esquema de doses:
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam os esquemas de três doses (ao nascimento, em formulação isolada, e aos 2 e 6 meses de vida, como parte da vacina hexavalente acelular) ou de quatro doses (adotado pelo Programa Nacional de Imunizações - PNI). Em bebês nascidos com peso inferior a 2kg ou idade gestacional menor que 33 semanas, são obrigatoriamente quatro doses;
Para crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados no primeiro ano de vida, o PNI, a SBP e a SBIm recomendam três doses, com intervalo de um ou dois meses entre primeira e a segunda doses e de seis meses entre a primeira e a terceira.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública.
O que previne:
O herpes-zóster é popularmente conhecido como “cobreiro”. Sua principal complicação, a neuropatia pós-herpética, é responsável por dor crônica, prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante.

Indicação:
· A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é altamente recomendada para maiores de 60 anos de idade.

Contraindicação:
· Pessoas imunodeprimidas;
· Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina;
· Pessoas com tuberculose ativa não tratada;
· Gestantes;
· Aos que já manifestaram a doença, aguardar um ano após restabelecimento da fase aguda do quadro dermatológico.

Esquema de doses: 
Dose única.

Local de aplicação: 
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Nas Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).
O que previne: 
Pentavalente Acelular (DTpa-VIP/Hib): difteria, tétano, coqueluche acelular, Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite (1, 2, e 3).
Hexavalente Acelular (DTpa-VIP-HB/Hib): difteria, tétano, coqueluche acelular, Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite (1, 2, e 3) e hepatite B.

Indicação:
· As duas vacinas são recomendadas para crianças a partir de 2 meses de idade.

Contraindicações:
· Maiores de 7 anos;
· Crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias seguintes à aplicação anterior de vacina contendo componente pertussis (coqueluche);
· Anafilaxia a qualquer componente da vacina.

Esquema de doses:
Recomenda-se aplicação nos 2, 4, 6 e 15 meses de idade.

Via de aplicação: 
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada: 
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com esquema e composição diferenciados.
O que previne:
Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18. É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero.

Indicação:
· Está licenciada para meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, devendo ser iniciada o mais precocemente possível.

Contraindicação:
· Gestantes;
· Pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

Esquema de doses:
Para meninas de 9 a 14 anos completos: duas doses, com intervalo de seis meses entre elas;
A partir dos 15 anos: três doses, sendo a segunda, de um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).
O que previne:
Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16 e 18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma).

Indicação:
· A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, a critério médico.

Contraindicação:
· Gestantes;
· Pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

Esquemas de doses:
A vacinação deve iniciar a partir dos 9 anos de idade, o mais cedo possível.
São recomendadas duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.
Para meninas e meninos de 9 a 14 anos são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.
A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com limite de faixa etária.
O que previne:
Infecção por vírus Influenza (que causa a gripe) contidos nas vacinas. A vacina trivalente possui duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B, e vacina tetravalente, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

Indicação:
· Pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Contraindicação:
· Pessoas com alergia grave (anafilaxia) a algum componente da vacina ou a dose anterior;
· Imunossuprimidos - natural ou medicamentosa (pacientes em quimioterapia ou imunoterapia) - devem receber orientações específicas do seu médico.

Esquemas de doses:
Para crianças de 6 meses a 8 anos, 11 meses e 29 dias: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual;
Para crianças de 9 anos ou mais, adolescentes, adultos e idosos: dose única anual.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com composição diferenciada e para determinados grupos.

O que previne:
Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

Indicação:
· Para crianças a partir de 2 meses e adolescentes;
· Para adultos e idosos com condições que aumentem o risco para a doença meningocócica ou de acordo com a situação epidemiológica;
· Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Contraindicação:
· Pessoas que tiveram anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Esquema de doses:
Para crianças, a vacinação de rotina deve iniciar aos 3 meses de idade com duas doses no primeiro ano de vida (dependendo das recomendações das bulas) e reforços entre 12 e 15 meses, entre 5 e 6 anos e aos 11 anos de idade;
Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos;
Para adultos, dose única, a depender de risco epidemiológico ou condição de saúde.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com composição e esquema diferenciados.
O que previne:
Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

Indicação:
· Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm);
· Para adultos com até 49 anos 11 meses e 29 dias, dependendo de risco epidemiológico;
· Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença;
· Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Contraindicação:
· Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Esquema de doses:
As Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de duas doses (aos 3 e 5 meses de vida) e um reforço (entre os 12 e 15 meses) na vacinação infantil. No entanto, caso a primeira dose não seja aplicada aos três meses de vida, o esquema pode variar.
Crianças a partir de 24 meses e adolescentes devem receber duas doses, com intervalo de um mês, sem reforços. O mesmo vale para adultos abaixo de 50 anos em situações que justifiquem a vacinação.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).
O que previne:
Previne doenças graves como pneumonia, meningite e otite causadas por 13 sorotipos de pneumococo..

Indicações:
· Para crianças a partir de 2 meses de idade, adolescentes, adultos e idosos;
. Portadores de certas doenças crônicas​

Contraindicação:
· Anafilaxia após usar algum componente da vacina ou após dose anterior da vacina.

Esquemas de doses:
As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a vacinação infantil de rotina com quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses;
Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses;
Acima de 2 anos de idade não vacinadas: dose única.
Para os maiores de 60 anos, recomenda-se complementar o esquema com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).​

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde podem ser encontradas: 
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com composição e esquema diferenciados para determinados grupos.
O que previne: 
Doenças causadas por 23 tipos de pneumococo. 

Indicação:
· Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumente o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves, sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão, com problemas de imunidade, entre outras condições);
· Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina.

Contraindicação:
· Pessoas que apresentaram anafilaxia causada por algum componente ou dose anterior da vacina.

Esquemas de doses: 
Recomenda-se a combinação da vacina pneumocócica 23-valente (VPP23) com a vacina pneumocócica 13-valente (VPC13). Idealmente, iniciar com uma dose da VPC13 seguida de uma dose de VPP23 seis a 12 meses depois, e uma segunda dose de VPP23 cinco anos após a primeira. Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 60 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos da última dose.

Via de aplicação: 
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada: 
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública para determinados grupos.​
O que previne:
Doença diarreica causada por cinco tipos de rotavírus.

Indicação:
· Bebês a partir de 6 semanas.

Contraindicação:
· Crianças com deficiências imunológicas por doença ou uso de medicamentos que causam imunossupressão;
· Com alergia grave (urticária disseminada, dificuldade respiratória e choque anafilático) provocada por algum dos componentes da vacina ou por dose anterior dela;
· Doença do aparelho gastrintestinal ou história prévia de invaginação intestinal;
· Crianças fora da faixa etária conforme esquema de doses.

Esquema de doses:
Para crianças a partir de 6 semanas de idade: três doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2, 4 e 6 meses de idade.

Atenção: a primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias e a última dose até 7 meses e 29 dias.

Via de aplicação:
Oral.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com composição e esquema diferenciados.​
O que previne: 
Sarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCR-V).

Indicação:
· Recomendada para crianças e adolescentes com menos de 12 anos de idade em substituição às vacinas tríplice viral (SCR) e varicela, quando a aplicação dessas duas for coincidente.

Contraindicação:
· Gestantes;
· Pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação;
· História de anafilaxia após dose anterior da vacina ou a algum componente.

Obs. A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação. Foi demonstrado, em muitos estudos, que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. O teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, recomenda-se que essas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Esquemas de doses: 
Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela durante a vida;
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e segunda dose entre 15 e 24 meses de idade. Se não for possível usar a tetraviral, é possível substituí-la pela tríplice viral (SCR) e a vacina varicela.

Indivíduos com história pregressa de sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora) são considerados imunizados contra as doenças, mas é preciso certeza do diagnóstico. Na dúvida, recomenda-se a vacinação.

Via de aplicação: 
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com esquema e faixa etária diferenciados.


O que previne:
Difteria, tétano e coqueluche acelular.

Indicações:
· Para reforço das vacinas dTpa em crianças, adolescentes, adultos e idosos;
· Gestantes a partir de 20 semanas;
· Pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos (sobretudo com recém-nascidos) e profissionais da saúde.

Contraindicações:
· Pessoas que apresentaram anafilaxia ou sintomas neurológicos causados por algum componente da vacina ou após a administração de dose anterior.

Esquema de doses:
Indivíduos com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos;
Indivíduos com esquema de vacinação básico incompleto ou desconhecido: completar 3 doses com intervalo mínimo de dois meses entre elas.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública com composição diferenciada e para determinados grupos.
O que previne:
Sarampo, caxumba e rubéola.

Indicação:
· Crianças, adolescentes e adultos (acima de 50 anos, solicita-se avaliação médica).

Contraindicação:
· Gestantes;
· Pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação;
· História de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.

Obs: A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação. Foi demonstrado, em muitos estudos, que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. Teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, é recomendado que estas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Esquema de doses:
Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina: aos 12 meses e segunda dose entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina varicela, portanto, o uso da vacina tetraviral pode ser adotado. Em situação de risco para o sarampo – por exemplo, surto ou exposição domiciliar – a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses de idade. Essa dose, porém, não conta para o esquema de rotina: continuam a ser necessárias duas doses a partir dos 12 meses.

Adultos com esquema completo: não há evidências que justifiquem uma terceira dose como rotina, podendo ser considerada em situações de risco epidemiológico, como surtos de caxumba e/ou sarampo. Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira. Porém, a critério médico (em situações de surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública para determinados grupos.
O que previne:
Varicela (catapora).

Indicação:
· Crianças, adolescentes e adultos (acima de 50 anos, solicita-se avaliação médica).

Contraindicação:
· Pessoas que tiveram anafilaxia causada por quaisquer dos componentes da vacina ou após dose anterior;
· Gestantes;
· Pessoas com deficiência do sistema imunológico, seja por doença, seja por tratamento imunossupressor, devem ser consultadas por um médico para a indicação, pois muitas vezes os danos causados pelo adoecimento são maiores que o risco oferecido pela vacina.

Esquema de doses:
Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina: primeira dose aos 12 meses e segunda dose entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina tríplice viral, portanto, o uso da vacina tetraviral pode ser adotado. Em situação de risco para varicela – por exemplo, surto ou exposição domiciliar – a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 9 meses de idade. Essa dose, porém, não conta para o esquema de rotina: continuam a ser necessárias duas doses a partir dos 12 meses.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e Rede Pública para determinados grupos.

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