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Abaixo você tem acesso a informações a respeito das vacinas realizadas pela Unimed Porto Alegre, e também as realizadas pela da Rede Pública. 
Para saber mais sobre a Clínica de Vacinas da Unimed Porto Alegre, entre em contato pelo telefone 0800 510 46 46.​

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O que previne:
Tuberculose – principalmente as formas graves: meningite e formas disseminadas da doença.

Indicação:
A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até os 5 anos de idade.

Outras recomendações: 
Pessoas de qualquer idade que convivem com portadores de hanseníase (lepra); estrangeiros ainda não vacinados e que estejam de mudança para o Brasil.

A reação vacinal é concluída em seis meses; após esse prazo, considera-se que houve resposta vacinal quando há cicatriz e deve-se revacinar quando ela estiver ausente.

Contraindicação:
Pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação.

Prematuros, até que atinjam 2 kg de peso.

Esquema de doses:
Dose única.

Local de aplicação:
Intradérmica.

Onde pode ser encontrada:
Nas Unidades Básicas de Saúde e Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​​​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
Vacina quíntupla acelular (também chamada “penta”) – inclui a tríplice bacteriana acelular (dTpa), a poliomielite inativada (VIP) e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib): dTpa-VIP/Hib.

Vacina sêxtupla acelular (também chamada “hexa”) – inclui a tríplice bacteriana acelular (dTpa), a poliomielite inativada (VIP), a hepatite B (HB) e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib): dTpa -VIP-HB/Hib.

O que previne:
dTpa-VIP/Hib: difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite.

dTpa-VIP-HB/Hib: difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite e hepatite B.

Indicação:
As duas vacinas são recomendadas para crianças a partir de 2 meses de idade e podem ser aplicadas até os 7 anos, sempre que seja indicada cada uma das vacinas incluídas nessas combinações.

Contraindicações:
Maiores de 7 anos.

Crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias seguintes à aplicação anterior de vacina contendo componente pertussis.

Anafilaxia a qualquer componente da vacina.

Esquema de doses:
Para a vacinação rotineira de crianças (aos 2, 4, 6 meses e entre 12 e 18 meses), preferir o uso da vacina quíntupla (penta) ou sêxtupla (hexa). Veja dTpa-VIP/Hib ou dTpa-VIP-HB/Hib. Para reforço entre 4 e 5 anos de idade, recomenda-se o uso de dTpa ou dTpa-VIP.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Difteria e tétano.

Indicações:
A partir dos 7 anos de idade, com reforços a cada dez anos recomendados para difteria e tétano. Quando desejada, a prevenção da coqueluche deve ser substituída pela tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa).

Contraindicações:
Apenas pessoas com alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina ou a dose anterior.

Esquema de doses:
Uma dose a cada dez anos a partir dos 14 anos de idade.

Sempre que possível, a dT deve ser substituída pela tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa), para a prevenção também da coqueluche.

Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram antes, ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico, recomendam-se três doses da dT, embora seja mais prudente que uma dessas doses seja substituída pela dTpa. 

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
​O que previne:
Febre amarela.

Indicação:
Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional para locais de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Contraindicações:
Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco – por exemplo, na vigência de surtos.

A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

 
Esquema de doses:
Nas áreas brasileiras com recomendação de vacina:

Rotina: duas doses: aos 9 meses e 4 anos de idade.

Para quem não recebeu as doses da rotina: duas doses com intervalo de dez anos.

A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP, é recomendada uma dose. Se dez anos depois a pessoa for de novo para a área com recomendação, uma segunda dose deve ser aplicada.

Em situações de exigência da vacinação, a primeira dose deve ter sido aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) e nas Unidades Básicas de Saúde.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
O que previne:
Infecção pelo vírus Influenza (que causa a gripe), contido nas vacinas.
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.
Existe vacina trivalente, com duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B, e vacina quadrivalente, com duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

Indicação:
Para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas que apresentam maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Contraindicação:
Pessoas com alergia grave (anafilaxia) a ovo de galinha, a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquemas de doses:
Para crianças de 6 meses a 9 anos de idade: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual.
Para crianças maiores de 9 anos, adolescentes, adultos e idosos: dose única anual.
Para menores de 3 anos, a dose é de 0,25 ml, e para os maiores, é de 0,5 ml.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Na rede pública, para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, maiores de 60 anos, profissionais da Saúde, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas (como diabetes, doenças cardíacas e respiratórias, imunocomprometidos) e população indígena e privada de liberdade.
 
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre), para pessoas a partir de 6 meses, sem restrições de idade.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite.
Pode ser encontrada isolada ou combinada com a vacina tríplice bacteriana (DTPw ou dTpa).

Indicação:
Crianças a partir de 2 meses, até 5 anos de idade.
Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos com condições médicas que aumentam o risco para doenças por Hib: ausência de baço ou disfunção nesse órgão; antes e/ou após transplante de órgão ou medula óssea; após quimioterapia; entre outras.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Esquemas de doses:
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda e disponibiliza a vacina em três doses: aos 2, 4 e 6 meses de idade. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a de Imunizações (SBIm) recomendam uma quarta dose entre 12 e 18 meses, em especial para crianças vacinadas com a vacina dTpa.
Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos não vacinados e com doenças que aumentem o risco da doença: duas doses com intervalo de dois meses.

Via de aplicação:
Subcutânea ou intramuscular (nunca pelas vias intravascular ou intradérmica).

Onde pode ser encontrada:
A vacina Hib faz parte da rotina de vacinação infantil, compondo a vacina penta dos postos de saúde (tríplice bacteriana de células inteiras, hepatite B e Hib – DTPw-HB/Hib).
 
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) é encontrada nas vacinas penta (tríplice bacteriana acelular, poliomielite inativada (VIP) e HIB – dTpa -VIP/Hib) e hexa (tríplice bacteriana acelular, poliomielite inativada, Hib e hepatite B – dTpa -VIP-HB/Hib) e também na apresentação isolada.

Nos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas com algumas condições clínicas específicas de risco para a doença ou para complementação de esquemas vacinais, na apresentação isolada.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
​O que previne:
Proteção contra a hepatite causada pelo vírus A, que é transmitido por água e alimentos contaminados ou pelo contato pessoa-pessoa.

Indicação:
Todas as pessoas a partir de 12 meses de vida.

Contraindicação:
Pessoas que tiveram reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquema de doses:
Duas doses com intervalo de seis meses.
A Sociedade Brasileiras de Pediatria (SBP) e a de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nas idades recomendadas.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou, em 2016, esquema de dose única da vacina aos 15 meses de idade ou para crianças que não completaram 2 anos.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Nas Unidades Básicas de Saúde, para crianças de 12 a 23 meses e 29 dias de idade.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries)
, para pessoas com algumas condições clínicas de risco para a hepatite A: doenças crônicas do fígado, inclusive portadores do vírus da hepatite C e portadores crônicos do vírus da hepatite B; distúrbios de coagulação, pacientes com HIV/Aids; imunodeprimidos por doença ou tratamento; doenças de depósito; fibrose cística; trissomias; candidatos a transplante de órgão sólido; transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; doadores de órgão sólido ou de medula óssea; hemoglobinopatias.​​​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
O que previne:
Infecções do fígado (hepatites) causadas pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

Indicação:
Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos.
É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.
Pessoas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com antígenos do vírus da hepatite B.

Esquema de doses:
Para crianças e adolescentes a partir de 1 ano e menores de 16: duas doses com intervalo de seis meses.
Para adolescentes a partir dos 16 anos, adultos e idosos: três doses, sendo a segunda aplicada um mês após a primeira, e a terceira, cinco meses após a segunda.
Pessoas com indicação de dose dobrada da vacina hepatite B ou esquema de quatro doses devem receber complementação com a vacina hepatite B.
 
Local de aplicação:
Intramuscular profunda.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
​O que previne:
Infecção do fígado (hepatite) causada pelo vírus da hepatite B.

Indicação:
Para pessoas de todas as faixas etárias. Faz parte da rotina de vacinação das crianças, devendo ser aplicada, de preferência, nas primeiras 12-24 horas após o nascimento, para prevenir hepatite crônica – forma que acomete 90% dos bebês contaminados ao nascer.
Especialmente indicada para gestantes não vacinadas.

Contraindicação:
Não deve ser aplicada em pessoas que apresentaram anafilaxia com qualquer componente da vacina ou com dose anterior, nem nas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com componente da hepatite B.

Esquema de doses:
Para a vacinação rotineira de crianças, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou o esquema de quatro doses: ao nascimento e aos 2, 4 e 6 meses de vida. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam os esquemas de quatro doses (adotado pelo PNI) ou de três doses: ao nascimento e aos 2 e 6 meses de vida.

Para crianças mais velhas, adolescentes e adultos (eventualmente não vacinados no primeiro ano de vida), o PNI, a SBP e a SBIm recomendam três doses com intervalo de um mês entre primeira e a segunda e de cinco meses da segunda para a terceira.

Prematuros vacinados ao nascer necessitam, obrigatoriamente, de quatro doses.

Para crianças a partir de 12 meses de idade, adolescentes e adultos, as clínicas privadas de vacinação dispõem ainda da vacina que combina hepatite A e hepatite B em uma única aplicação. Em menores de 16 anos, devem ser aplicadas duas doses com intervalo de seis meses. Nos maiores, o esquema é de três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda e de cinco meses da segunda para a terceira.

Pessoas com comprometimento do sistema imunológico necessitam de dose dobrada em quatro aplicações (esquema 0-1-2-6 meses), para melhorar a resposta ao estímulo produzido pela vacina. Devem realizar exames periódicos para acompanhar os níveis de anticorpos e, sempre que a quantidade diminuir, receber um reforço com dose dobrada.

Local de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Na rede pública, para todas as pessoas, a partir do nascimento, sem limitações de idade. Pode ser usada a vacina hepatite B isolada ou, para as doses dos 2, 4 e 6 meses de idade, na apresentação combinada com outras vacinas (vacina DTPw-HB/Hib).

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) é encontrada em apresentação isolada para todas as idades; em apresentação combinada dTpa-VIP-HB/Hib para menores de 7 anos; e na apresentação combinada com a vacina hepatite A (vacina hepatite A e B) para crianças maiores de 1 ano, adolescentes e adultos.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
O que previne:
O herpes-zoster, popularmente conhecido como “cobreiro”, e sua principal complicação, a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica, prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante.

Indicação:
A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é altamente recomendada para maiores de 60 anos de idade.

Contraindicação:
Pessoas imunodeprimidas.

Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina.

Pessoas com tuberculose ativa não tratada.

Gestantes.

Esquema de doses:
Uma dose.

Local de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Nas Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18. É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero e do ânus.

Indicação:
Para meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível.

Contraindicação:
Gestantes e pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

Esquema de doses:
São recomendadas três doses: a segunda, um mês após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre), para meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6,11,16,18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma).

Indicação:
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) disponibiliza a vacina para meninas de 9 a 13 anos de idade.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e meninos a partir dos 9 anos, e de mulheres e homens.

Contraindicação:
Gestantes e pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

Esquemas de doses:
A vacinação deve iniciar a partir dos 9 anos de idade, o mais cedo possível.
Esquema padrão de três doses (para todas as idades): a segunda dose dois meses após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira.
Nos postos de saúde, a vacina está disponível em duas doses para meninas de 9 a 13 anos: a segunda, seis meses após a primeira. Esse esquema é válido e exclusivo para menores de 14 anos.
Também na rede pública, meninas e mulheres portadoras de HIV com idade entre 9 e 26 anos podem ser vacinadas nos postos de saúde ou nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), com esquema de três doses: a segunda, dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Nas Unidades Básicas de Saúde, para meninas de 9 a 13 anos e para meninas e mulheres de 9 a 26 anos portadoras do vírus HIV.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para meninos e homens de 9 a 26 anos de idade e para meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

Indicação:
Para crianças e adolescentes, conforme recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico.

Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Contraindicação:
Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Esquema de doses:
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de quatro doses da vacina meningocócica B, aos 3, 5 e 7 meses de vida e entre 12 e 15 meses.

Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês.

Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.

Para crianças mais velhas que não foram vacinadas, o esquema de doses varia conforme a faixa etária.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf​ - Acesso em: 05 maio 2016.​
O que previne:
Doenças causadas pelo meningococo C (incluindo meningite e meningococcemia).

Indicação:
Para crianças e adolescentes.

Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica.

Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Contraindicação:
Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquemas de doses:
O PNI disponibiliza três doses da vacina: aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses (podendo ser aplicado até os 4 anos). A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade.

Para adolescentes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de cinco anos.

Para adultos, somente em situações que justifiquem, em dose única.
A SBIm recomenda que a vacina meningocócica conjugada quadrivalente (ACWY) seja preferida para crianças, adolescentes e adultos, visto conferir proteção para três outros tipos de meningococos, além do C. Em todas essas faixas etárias, na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a meningocócica C (ver calendários de vacinação: Criança, Adolescente, Mulher, Homem e Idoso).

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Nos postos de saúde, para crianças de 2 meses até menores de 2 anos de idade.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para crianças a partir de 2 meses, adolescentes e adultos.

Nos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas com algumas condições clínicas específicas de risco para a doença.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

Indicação:
Para crianças e adolescentes, conforme recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica.

Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Contraindicação:
Pessoas que tiveram anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Esquema de doses:
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro dessa vacina para crianças, adolescentes e adultos. Na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a vacina meningocócica C conjugada.

Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade, com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente (ACWY), são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos.

Para adultos, em situações que justifiquem: dose única.

Via de aplicação:
Exclusivamente pela via intramuscular profunda.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Doenças causadas por 23 tipos de pneumococos.

Indicação:
Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumente o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições).
Para pessoas a partir de 60 anos, deve ser aplicada de rotina.

Contraindicação:
Crianças, adolescentes e adultos que apresentaram anafilaxia causada por algum componente ou dose anterior da vacina.

Esquemas de doses:
Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) – veja as indicações de cada uma – e aplicar uma dose da VPP23 entre seis e doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23.

Na maioria das vezes, não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​
Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com condições de saúde especiais que as tornem propensos a ter doença grave causada pelo pneumococo.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previnem:
A vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10) previne cerca de 70% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite), em crianças, causadas por dez sorotipos de pneumococos.

A vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) previne cerca de 90% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite), em crianças, causadas por 13 sorotipos de pneumococos.

Indicações:
Para crianças a partir de 2 meses e menores de 6 anos de idade, é recomendada a vacinação rotineira com VPC10 ou VPC13.

Para crianças com mais de 6 anos, adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se a VPC13.

Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se a VPC13.

Contraindicação:
Crianças que apresentaram anafilaxia após usar algum componente da vacina ou após dose anterior da vacina.

Esquemas de doses:
VPC10 ou VPC13

Vacinação infantil de rotina, quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses.

Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses.

Para crianças entre 2 e 5 anos de idade e não vacinadas: uma dose.

Para crianças entre 2 e 5 anos e portadoras de doenças crônicas que justifiquem, pode ser necessário complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Crianças que começam a vacinação com atraso, após os 6 meses de vida, precisam que seus esquemas sejam adaptados de acordo com a idade de início. A SBP e a SBIm recomendam que, se a criança foi vacinada com a VPC10, se beneficia da proteção de uma dose adicional da VPC13 administrada dois meses após a última VPC10.

VPC13
Para crianças a partir de 6 anos, adolescentes e adultos com doenças crônicas que justifiquem a vacinação e ainda não vacinados: dose única. Em algumas situações, duas doses com intervalo de dois meses podem estar indicadas. Nesses casos, pode ser necessário complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Para maiores de 50 anos: dose única.

Para os maiores de 60 anos, recomenda-se complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Crianças menores de 6 anos que completaram o esquema de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde com a vacina VPC10 têm benefícios se tomarem mais uma dose da VPC13, o que aumenta a proteção contra a doença pneumocócica.

Via de aplicação:
VPC10 – intramuscular.
VPC13 – intramuscular.

Onde podem ser encontradas:
VPC10 – Nas unidades básicas de saúde, para crianças de 2 meses a 2 anos, e em clínicas privadas de vacinação, para crianças de 2 meses a 5 anos. Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), para crianças com até 5 anos de idade que tenham certas condições de saúde que aumentem o risco para doença pneumocócica grave. Em janeiro de 2016, o Programa Nacional de Vacinação passou a adotar, para o primeiro ano de vida, duas doses com intervalo mínimo de 2 meses, e dose de reforço aos 12 meses de idade.

VPC13
– Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Poliomielite (paralisia infantil).

Indicação:
Devido à erradicação da poliomielite em diversas regiões do mundo e também para evitar a paralisia que pode ser causada pelo vírus contido na vacina oral (VOP), a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que países como o Brasil, de baixo risco para o desenvolvimento da doença, passem a utilizar a vacina inativada (VIP), sempre que possível.

Após essa orientação, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou, em 2012, o esquema sequencial composto por duas doses VIP e as demais com VOP. Em 2016, nova alteração: VIP nas três primeiras doses e VOP nos reforços e campanhas anuais de vacinação.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) orienta que a VIP seja a vacina de preferência na administração de todas as doses.

A vacina poliomelite é indicada de rotina para todas as crianças menores de 5 anos.

Viajantes adolescentes e adultos com destino à Nigéria, ao Paquistão e ao Afeganistão, onde a poliomielite ainda existe, ou para lugares em que há risco para transmissão (principalmente alguns países da África) também devem receber uma dose da vacina.

Contraindicação:
VOP – em crianças com febre moderada a alta (acima de 38ºC), a vacinação deve ser adiada até que o quadro clínico melhore. Importante: diarreia e vômitos leves não contraindicam a vacinação, mas é aconselhável adiá-la ou repetir a dose após quatro semanas.

São contraindicações inquestionáveis os casos de: pessoas com deficiência do sistema imunológico causada por doença ou medicamentos; portadoras do vírus HIV; gestantes e todos os que convivem com esses grupos; pessoas que sofreram anafilaxia após o uso de componentes da fórmula da vacina (em especial os antibióticos neomicina, polimixina e estreptomicina); pessoas que desenvolveram a pólio vacinal após dose anterior.

VIP
– a história de reação alérgica grave (anafilaxia) à dose anterior da vacina, ou a algum de seus componentes, contraindica doses futuras.

Esquemas de doses:
A imunização contra a poliomielite deve ser iniciada a partir dos 2 meses de vida, com novas doses aos 4 e 6 meses, além dos reforços entre 15 e 18 meses e aos 5 anos de idade.

VIP
– na rotina de vacinação infantil: aos 2, 4 e 6 meses, com reforços entre 15 e 18 meses e entre 4 e 5 anos de idade. Na rede pública, as doses de reforço, a partir de um ano de idade, são feitas com VOP.
VOP – na rotina de vacinação infantil nos postos de saúde, é aplicada dose aos 15 meses e aos 4 anos de idade, na rotina e em campanhas de vacinação para crianças de 1 a 4 anos. O Ministério da Saúde (MS) também administra essa vacina em viajantes de qualquer idade que se dirijam a países onde a poliomielite ainda existe e onde há risco de transmissão do vírus.

Via de aplicação:
VOP – oral.
VIP – intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
VOP – apenas nos postos de saúde.
VIP – a apresentação isolada está disponível nos postos de saúde apenas para as três primeiras doses do esquema infantil de rotina. As demais doses para a prevenção da poliomielite são feitas com a vacina VOP.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre)​, está disponível apenas em apresentações combinadas com outras vacinas: dTpa-VIP/Hib e dTpa-VIP-HB/Hib (para crianças com menos de 7 anos) e dTpa-VIP (para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos).

Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), a apresentação isolada está disponível para crianças e adultos imunodeprimidos ou contactantes de imunodeprimidos, situações que contraindicam a utilização da vacina VOP.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

Indicação:
A vacina SCR-V está recomendada para crianças e adolescentes com menos de 12 anos em substituição às vacinas tríplice viral (SCR) e varicela, quando a aplicação dessas duas for coincidente.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou a vacina SCR-V para a aplicação da segunda dose da vacina SCR e dose única da vacina varicela.

Contraindicação:
Gestantes; pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação; história de anafilaxia após dose anterior da vacina ou a algum componente.

A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina, e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso da vacina tríplice viral. Foi demonstrado, em muitos estudos, que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. O teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, recomenda-se que essas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Esquemas de doses:
O sistema público disponibiliza de rotina uma dose de varicela apenas na apresentação SCR-V, aplicada aos 15 meses, nas crianças que já receberam a primeira dose de tríplice viral. Em relação à varicela, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina SCR, portanto, o uso da vacina SCR-V pode ser adotado.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Nos postos de saúde, para crianças de 15 a 23 meses e 29 dias de idade.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para crianças de 12 meses a 12 anos de idade.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Doença diarreica causada por rotavírus.

A vacina oral monovalente (VRH1) contém um tipo de rotavírus vivo “enfraquecido”.

A vacina oral atenuada pentavalente (VR5) é composta por cinco tipos de rotavírus vivos “enfraquecidos”.

Indicação:
Bebês de 6 semanas a 8 meses e 0 dia. A primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias, e a última dose até os 7 meses e 29 dias.

Contraindicação:
Crianças fora da faixa etária citada acima; com deficiências imunológicas por doença ou uso de medicamentos que causam imunossupressão; com alergia grave (urticária disseminada, dificuldade respiratória e choque anafilático) provocada por algum dos componentes da vacina ou por dose anterior dela; e com doença do aparelho gastrintestinal ou história prévia de invaginação intestinal.

Esquema de doses:
VRH1 – para crianças a partir de 6 semanas de idade: em duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2 e 4 meses de idade.
VR5 – para crianças a partir de 6 semanas de idade: três doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2, 4 e 6 meses de idade.
Sobre ambas as vacinas – a idade máxima para começar a vacinação é 3 meses e 15 dias. Se houver atraso, a imunização não poderá ser feita. Da mesma forma, a idade máxima para a última dose é de 7 meses e 29 dias.

Via de aplicação:
Oral.

Onde pode ser encontrada:
VRH1 – Oferecida de rotina pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), nos postos de saúde, para crianças de 2 a 8 meses de vida.
​VR5 – Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre), para crianças a partir de 6 semanas até 8 meses de vida.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Difteria, tétano e coqueluche.

Indicações:
Para reforço das vacinas dTpa ou DTPw em crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos.

Gestantes.

Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia ou sintomas neurológicos causados por algum componente da vacina ou após a administração de dose anterior.

Esquema de doses:
Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade.

Recomendada para o reforço na adolescência.

Recomendada para os reforços em adultos e idosos.

Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT.

As gestantes devem receber uma dose de dTpa a cada gestação, entre a 27ª e a 36ª semana de gestação. 

Quando não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose da vacina o mais precocemente possível após o parto (de preferência ainda na maternidade).

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre).​

Nas Unidades Básicas de Saúde, para gestantes e profissionais da Saúde que atuam em maternidades.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Difteria, tétano, coqueluche e poliomielite.

Indicações:
Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação.

Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (dTpa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade.

Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destino às áreas de risco para poliomielite.

Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade dessa vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após uso de componentes da vacina ou dose anterior.

Esquema de doses:
Pode substituir qualquer dose de dTpa. Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre), para crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne
Difteria, tétano e coqueluche.

Indicações:
Crianças com menos de 7 anos de idade. Mesmo as que já tiveram tétano, difteria, doença causada pelo Haemophilus influenzae tipo b (Hib) e/ou coqueluche devem ser imunizadas, uma vez que essas doenças não conferem proteção permanente frente a novas infecções.

Contraindicações:
Maiores de 7 anos.
Crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias que se seguiram à aplicação de dose anterior de vacina contendo componente pertussis.
Anafilaxia causada por qualquer componente da vacina.

Esquema de doses:
Para a vacinação rotineira de crianças (aos 2, 4, 6 meses e entre 12 e 18 meses), preferir a vacina quíntupla (penta) ou sêxtupla, nas quais a dTpa é combinada a outras vacinas. Ver dTpa-VIP/Hib ou dTpa-VIP-HB/Hib. Para a dose de reforço entre 4 e 5 anos de idade, a dTpa pode ser substituída por ou dTpa-VIP.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para crianças com até 7 anos de idade.

​Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries) para crianças com até 7 anos e que apresentaram as seguintes reações adversas após a aplicação da vacina DTPw ou DTPw-HB/Hib:​​​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Difteria, tétano e coqueluche.

Indicações:
Para todas as crianças até 7 anos de idade, mesmo as que já tiveram tétano, difteria e coqueluche, uma vez que essas doenças não conferem proteção permanente. A vacina é usada na rede pública como dose de reforço para crianças com idade entre 4 e 5 anos.

Contraindicações:
Pessoas com mais de 7 anos de idade.
Crianças que apresentaram, após a aplicação de vacina DTPw ou combinada a ela, episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH) – palidez, perda de tônus muscular e consciência – nas primeiras 48 horas após a aplicação; convulsões nas primeiras 72 horas; reação anafilática nas primeiras duas horas; e encefalopatia aguda nos sete dias após a vacinação.

Esquema de doses:
É utilizada na rotina pública de vacinação infantil aos 2, 4 e 6 meses de idade, na apresentação combinada com as vacinas Hib e hepatite B. A vacina DTPw isolada (não combinada a outras vacinas) é usada na rede pública para os reforços do segundo ano de vida e dos 4 anos de idade.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
Nas Unidades Básicas de Saúde.​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Difteria, tétano, coqueluche, meningite por Hib (bactéria Haemophilus influenzae tipo b) e hepatite B.

Indicação:
Crianças até 7 anos de idade.

É utilizada nas Unidades Básicas de Saúde para a vacinação no primeiro ano de vida, aos 2, 4 e 6 meses.

Mesmo as crianças que já tiveram tétano, difteria, doença causada pelo Hib e/ou coqueluche devem ser imunizadas, uma vez que essas doenças não conferem proteção permanente contra novas infecções.

Contraindicações:
Maiores de 7 anos de idade, com ou sem história de reação alérgica grave (anafilaxia) a algum componente da vacina.

Crianças que apresentaram reações vacinais consideradas graves após a aplicação da vacina DTPw ou combinada a ela:

Episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH) nas primeiras 48 horas. Essa reação em geral é precedida por irritabilidade e febre. A criança torna-se pálida, perde o tônus muscular e a consciência, e esse quadro pode durar desde alguns minutos até algumas horas. Apesar de muito angustiante, melhora sem deixar sequelas. 

Sua ocorrência não indica tendência de repetição quando da aplicação de doses subsequentes.

Convulsões nas primeiras 72 horas.

Reação anafilática nas primeiras duas horas.

Encefalopatia aguda nos sete dias após a vacinação.

Esquema de doses:
Uma dose aos 2, 4 e 6 meses de idade.

Via de aplicação:
Intramuscular.

Onde pode ser encontrada:
A DTPw-HB/Hib foi introduzida no calendário básico do Programa Nacional de Imunizações (PNI) em setembro de 2012. Desde então, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.​
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Sarampo, caxumba e rubéola.

Indicação:
Crianças, adolescentes e adultos.

Contraindicação:
Gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.

A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina, e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso da vacina tríplice viral. Foi demonstrado, em muitos estudos, que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. Teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. 

No entanto, é recomendado que essas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Esquemas de doses:
Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, independentemente da idade.

Na rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a vacinação infantil, a primeira dose dessa vacina é aplicada aos 12 meses de idade, e aos 15 meses quando é utilizada a vacina combinada à vacina varicela (quádrupla viral: SCR-V).

Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses, uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses e 2 anos de idade, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou combinadas (quádrupla viral: SCR-V).

Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados: duas doses, com intervalo de um a dois meses.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Nos postos de saúde, para crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos com até 49 anos. Eventualmente, em caso de surtos, o Ministério da Saúde (MS) pode realizar campanhas de vacinação para crianças a partir de 6 meses de vida. Essa dose “extra” não substitui as duas doses recomendadas no esquema de vacinação.

Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) está disponível para a vacinação de crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos de qualquer idade.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.
O que previne:
Varicela (catapora). 

Indicação:
É recomendada de rotina para crianças com mais de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses).

Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Contraindicação:
Pessoas que tiveram anafilaxia causada por quaisquer dos componentes da vacina ou após dose anterior, e gestantes.

Pessoas com deficiência do sistema imunológico, seja por doença, seja por tratamento imunossupressor, devem ser consultadas por um médico para a indicação, pois muitas vezes os danos causados pelo adoecimento são maiores que o risco oferecido pela vacina.

Esquema de doses:
O sistema público disponibiliza uma única dose de varicela, na apresentação SCR-V, aplicada nas crianças com 15 meses que já tomaram a primeira dose de tríplice viral.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses, e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina SCR, portanto, o uso da vacina SCR-V pode ser adotado.
Para crianças mais velhas, adolescentes e adultos suscetíveis, são indicadas duas doses com intervalo de um a dois meses.

Em situação de surto na região de moradia ou na creche/escola, ou ainda quando há caso de varicela dentro de casa, a vacina pode ser aplicada em bebês a partir de 9 meses – essa dose aplicada antes de 12 meses será desconsiderada no futuro, e a criança deverá tomar as duas doses de rotina, conforme já descrito aqui.

Via de aplicação:
Subcutânea.

Onde pode ser encontrada:
Clínicas de Vacinas da Unimed Porto Alegre (Canoas e Porto Alegre) para crianças a partir de 9 meses de vida, adolescentes e adultos.

Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas com condições específicas de saúde.
SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações – Disponível em: http://sbim.org.br/ - Acesso em: 05 maio 2016.
Manual de Normas e Procedimentos para vacinação – Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf? - Acesso em: 05 maio 2016.