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 09/11/2015 - Responsabilidade Social; Institucional

 10 Medidas Contra a Corrupção

 

​​A Unimed Porto Alegre aderiu ao Projeto Anticorrupção do Ministério Público Federal (MPF) que sugere 10 medidas de urgência contra a corrupção no Brasil. O ato foi oficializado em 03 de novembro, com a assinatura do presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Márcio Pizzato, e da Procuradora da República, Jerusa Burmann Viecili. Com isso, a Cooperativa planeja uma ampla campanha de comunicação com seus colaboradores, cooperados e clientes para divulgar a iniciativa e integrar seus públicos nessa causa.

“O combate à corrupção está diretamente relacionado às diretrizes éticas e de conduta da Cooperativa Médica e às nossas práticas de Governança Corporativa. Este engajamento deverá ser desdobrado em todos os nossos canais de comunicação com o incentivo à coleta de assinaturas em nossas unidades”, afirma presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Márcio Pizzato. E complementa: “é importante destacar que essa iniciativa não tem qualquer vinculação partidária”.

O encontro para oficializar o apoio da Unimed Porto Alegre contou ainda com a presença da vice-presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Beatriz Vailati; do diretor de Relações com o Mercado, Angelo Chaves; e do superintendente de Marketing e Vendas da Cooperativa, Julio Wilasco.

A coleta de assinatura estará disponível aos mais de 720 mil beneficiários da Cooperativa nos 367 pontos de atendimento, entre serviços credenciados e próprios, e aos 6,5 mil médicos cooperados.

O projeto do MPF, lançado no início do ano, chama a sociedade a apoiar e defender as medidas, conclamando o Congresso para que promova as alterações estruturais e sistêmicas necessárias para prevenir e reprimir a corrupção de modo adequado. São 10 Medidas sugeridas para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção e à impunidade. As propostas objetivam Transparência, Prevenção, Eficiência e Efetividade.

Segundo o MPF, as medidas buscam, entre outros resultados, evitar a ocorrência de corrupção (via prestação de contas, treinamentos e testes morais de servidores, ações de marketing/conscientização e proteção a quem denuncia a corrupção), criminalizar o enriquecimento ilícito, aumentar penas da corrupção e tornar hedionda aquela de altos valores, agilizar o processo penal e o processo civil de crimes e atos de improbidade, fechar brechas da lei por onde criminosos escapam (via reforma dos sistemas de prescrição e nulidades), criminalizar caixa dois e lavagem eleitorais, permitir punição objetiva de partidos políticos por corrupção em condutas futuras, viabilizar a prisão para evitar que o dinheiro desviado desapareça, agilizar o rastreamento do dinheiro desviado e, por fim, fechar brechas da lei por onde o dinheiro desviado escapa (por meio da ação de extinção de domínio e do confisco alargado).

Mais informações podem ser obtidas no www.combateacorrupcao.mpf.mp.br/10-medidas.